5 Erros que Mais Causam Lesão na Academia

12 de setembro de 2026

Os erros mais comuns que levam pessoas a se lesionarem na academia são: combinar carga máxima com amplitude máxima, treinar o mesmo grupo muscular sem descanso suficiente, copiar treinos prontos da internet, ignorar dor persistente e negligenciar o descanso. Cada um desses pontos é detalhado abaixo, com base em evidência científica e na prática clínica.


Se você treina há algum tempo, já deve ter ouvido frases como "sem dor, sem ganho" ou "tem que treinar até a falha". O problema é que, no consultório, vejo diariamente pacientes que seguiram esse conselho ao pé da letra, e agora estão afastados dos treinos por lesões que poderiam ter sido evitadas.


Erro #1: Combinar carga alta com amplitude máxima

Um dos mitos mais perigosos da musculação é a ideia de que amplitude máxima é sempre melhor, independente da carga utilizada. A biomecânica conta uma história diferente.


Em lesões meniscais e degenerativas do joelho, por exemplo, evita-se flexão carregada além de 90° nas primeiras semanas de reabilitação. O menisco experimenta estresse aumentado com a flexão progressiva em flexão máxima, o corno posterior do menisco está sob carga significativamente maior.


Regra prática:

  • Perto da carga máxima, priorize movimentos controlados e evite amplitudes extremas.
  • Para mobilidade e técnica, use cargas leves com amplitude completa.
  • Nunca combine os dois extremos: carga próxima do máximo + amplitude máxima.


Sinal de alerta: dor aguda ou estalos durante o movimento em amplitudes extremas com carga elevada.


Erro #2: Treinar o mesmo músculo todos os dias

"Treinar todo dia faz crescer mais rápido" é uma das frases que mais escuto e uma das que mais gera lesões por overtraining.


O tempo de recuperação muscular varia conforme grupo muscular, intensidade, volume, idade e condicionamento:

  • Músculos pequenos (antebraço, abdômen, panturrilha): 24–48 horas
  • Músculos médios (ombros, bíceps, tríceps): 24–48 horas
  • Músculos grandes (peito, costas, quadríceps, glúteos): 48–72 horas
  • Treinos de pernas até a falha: 72–96 horas


Isquiotibiais e glúteos são altamente suscetíveis ao dano excêntrico e frequentemente exigem o limite superior dessa faixa (72–96h) após volume alto.


Regra prática: respeite 36 horas como mínimo absoluto antes de exigir novamente o mesmo grupo muscular; para grupos grandes, o padrão recomendado é 48–72 horas.


Sinal de alerta: dor muscular tardia (DMT) que persiste além de 72 horas, redução de força no treino seguinte, fadiga crônica.


Erro #3: Copiar treinos prontos ignorando sua anatomia

A internet está cheia de treinos "prontos" que prometem resultados em 8 semanas. O problema é que a anatomia não aceita "copia e cola".


Déficits de mobilidade funcional em tornozelo, quadril e coluna torácica influenciam o risco de lesão mais diretamente do que a flexibilidade passiva isolada.


Uma pessoa com limitação de dorsiflexão de tornozelo, por exemplo, terá compensações biomecânicas no agachamento que aumentam o estresse no joelho, mesmo executando o "mesmo exercício" que alguém com mobilidade adequada.


Regra prática: seu treino deve considerar a mobilidade individual, histórico de lesões, objetivos e nível de condicionamento. Invista em avaliação biomecânica antes de copiar treinos da internet.


Sinal de alerta: dor recorrente no mesmo local, compensações visíveis durante o movimento, dificuldade em manter a técnica mesmo com carga leve.


Erro #4: Ignorar dor persistente

"Dor é fraqueza saindo do corpo" já causou mais dano do que ajuda. Existe diferença entre desconforto muscular pós-treino e dor de lesão.


Dor muscular normal (DMT):

  • Surge 12–24h pós-treino
  • Pico entre 24–72h
  • Desaparece em até 5–7 dias
  • É difusa, não localizada


Dor de lesão (procure avaliação):

  • Dor aguda durante o exercício, que obriga a parar
  • Inchaço, vermelhidão ou calor no local
  • Dor que persiste por mais de 72 horas
  • Estalos, travamento ou perda de força
  • Dor que volta sempre que você treina o mesmo movimento


Pacientes com lesão do manguito rotador, lesão meniscal ou lesão do LCA podem treinar, mas com adaptações: redução de carga, limitação de amplitude em arcos dolorosos e monitoramento da resposta clínica. Insistir sem ajuste pode transformar sobrecarga em lesão estrutural que exige afastamento prolongado ou até cirurgia.


Regra prática: se a dor não melhora em 3 dias, piora com o treino ou limita seus movimentos, reduza a carga, ajuste o exercício e procure avaliação ortopédica.


Erro #5: Subestimar o descanso

O músculo não é construído durante o treino, é construído durante a recuperação. Treinar é o estímulo, descansar é quando a adaptação acontece.


A recuperação varia conforme intensidade e volume do treino, grupo muscular trabalhado, idade, condicionamento, sono e nutrição. Um treino de pernas até a falha pode exigir 72h ou mais, treinos de braços mais leves, 24–48h.


Regra prática:

  • Durma 7–9 horas por noite.
  • Consuma proteína adequada (1,6–2,2g/kg/dia para hipertrofia).
  • Inclua semanas de deload a cada 4–8 semanas de treino intenso.
  • Alterne treinos de membros superiores e inferiores.


Sinal de alerta: fadiga crônica, queda de performance, irritabilidade, distúrbios de sono, lesões recorrentes.


Perguntas frequentes

Quanto tempo devo descansar entre treinos do mesmo músculo?

O mínimo recomendado é 36 horas. Para grupos musculares grandes (peito, costas, quadríceps, glúteos), o ideal é 48–72 horas, podendo chegar a 72–96 horas após treinos de perna até a falha.


Como diferenciar dor muscular normal de dor de lesão?

A dor muscular normal (DMT) surge 12–24h após o treino, é difusa e desaparece em até 5–7 dias. A dor de lesão é aguda, pode vir com inchaço ou vermelhidão, persiste por mais de 72 horas e costuma voltar sempre que o mesmo movimento é repetido.


Posso treinar com dor?

Depende do tipo de dor. Desconforto muscular leve não impede o treino. Já dor aguda, persistente por mais de 72 horas, ou acompanhada de inchaço e perda de força é sinal de alerta e exige avaliação ortopédica antes de continuar.


Treinos prontos da internet funcionam para todo mundo?

Não necessariamente. Fatores como mobilidade de tornozelo, quadril e coluna torácica, histórico de lesões e condicionamento físico variam de pessoa para pessoa e alteram a biomecânica do movimento, por isso um treino seguro para um influenciador pode ser lesivo para outra pessoa.


Conclusão: treine com estratégia, não no aleatório

Muitos dos quadros de dor que chegam ao consultório não são falta de esforço, são excesso de intensidade sem respeito à fisiologia da recuperação e à biomecânica individual.


A maioria dessas lesões é prevenível com ajustes simples:

  1. Não combine carga máxima com amplitude máxima.
  2. Respeite 48–72h de descanso para grupos musculares grandes.
  3. Individualize seu treino conforme sua anatomia e histórico.
  4. Não ignore dor persistente além de 72 horas.
  5. Trate descanso, sono e nutrição como parte do treino.


Se você sente dor recorrente, estagnou nos resultados ou vive se lesionando, procure avaliação para considerar sua biomecânica, histórico de lesão e capacidade de recuperação, e treine com estratégia, não no aleatório.


Dr. Daniel DRG: Médico do esporte e Ortopedista


O Dr. Daniel DRG, médico do esporte e ortopedista, reforça a importância de incluir exercícios de resistência na rotina de todos, especialmente para aqueles que buscam manter uma boa saúde musculoesquelética. “Quero conscientizar nossa comunidade e atletas, a valorizar e cuidar da plena mobilidade do seu corpo, fortalecer conhecimentos e informações sobre a saúde musculoesquelética de tornozelos, joelhos, quadris, ombros, mãos, braços e coluna.”


Se você está em São José dos Campos e busca um profissional qualificado para cuidar da sua saúde, agende uma consulta com o Dr. Daniel DRG. Ele é referência em ortopedia e medicina do esporte, oferecendo uma abordagem personalizada e baseada em evidências científicas para cada paciente.


Lembre-se: a prática regular de exercícios físicos, aliada a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, é fundamental para a prevenção de doenças e para uma vida longa e ativa. Então, não perca tempo, comece hoje mesmo e colha os benefícios de uma vida mais forte e saudável!


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14 de julho de 2026
Decidir começar a correr costuma vir com uma onda de empolgação: é o desejo de ganhar mais saúde, disposição e mudar o estilo de vida de verdade. Só que, embora a corrida pareça o esporte mais simples do mundo, começar sem preparo é um atalho direto para dor, frustração e, muitas vezes, lesão precoce. Antes de amarrar o cadarço e sair pela porta, vale lembrar: a corrida pode e deve ser sua aliada de longo prazo – mas isso só acontece quando o corpo está preparado para a demanda que você está prestes a colocar sobre ele. A corrida é intuitiva, mas o preparo não Correr parece um movimento natural, quase automático, e é justamente essa sensação de facilidade que faz muita gente acreditar que basta sair correndo. Na prática, a corrida é um gesto motor complexo, com impacto repetitivo em articulações, músculos e tendões. O corpo precisa de um período de adaptação para suportar essa nova carga. Nos iniciantes, a empolgação muitas vezes mascara sinais discretos de fadiga ou dor que indicam que algo não está indo bem. Quando o corredor "força" essa fase de transição, o resultado mais comum é interrupção precoce dos treinos por dor no joelho, tornozelo, quadril ou até problemas de sobrecarga na lombar. Por isso, um bom começo na corrida não é sobre velocidade ou distância e sim sobre respeito à capacidade atual do seu corpo. O que diz quem entende: a orientação do médico do esporte O Dr. Daniel DRG esteve recentemente no programa Link Vanguarda , da TV Vanguarda (afiliada Globo), para falar exatamente sobre isso. E deixou um recado direto para quem quer começar a correr: "Apesar de ser um esporte aeróbico, um esporte de corrida, você precisa fazer musculação ou pilates duas vezes por semana para fortalecer a sua musculatura e evitar lesões durante a prova." Ele reforçou ainda que pessoas com mais de 40 anos não devem iniciar corridas de 5 a 10 quilômetros sem avaliação médica prévia, incluindo eletrocardiograma e ecocardiograma, e sem acompanhamento de um cardiologista ou médico do esporte. Corrida como parte do seu bem-estar, não como inimiga dele Quando você planeja como começar a correr, o primeiro passo é entender que a corrida não é uma prática isolada. Ela precisa conversar com o restante da sua saúde: sono, alimentação, rotina de trabalho, outras atividades físicas e histórico de lesão. O objetivo da corrida é servir à sua saúde, nunca o contrário. Começar com cautela não significa falta de foco, significa estratégia. Quem respeita esse processo tem muito mais chance de seguir correndo por anos, em vez de viver um ciclo de empolgação, dor e abandono do esporte. Por que orientação vale mais do que o melhor tênis No início, é comum ver iniciantes investirem alto em tênis e acessórios, mas negligenciarem o básico: informação de qualidade e acompanhamento adequado. A orientação profissional, médica, quando necessário, e de educação física, é o que ajuda a ajustar volume, intensidade e frequência de treino à sua realidade. Boa parte das lesões em corredores poderia ser evitada com um planejamento simples e progressivo, respeitando limitações individuais, possíveis desequilíbrios musculares e até questões articulares pré-existentes. O próximo passo: correr hoje pensando em amanhã Encarar a corrida como uma jornada de longo prazo, e não como um desafio de poucas semanas é o que separa quem apenas "começa a correr" de quem realmente se torna corredor. Isso significa aceitar que evolução leva tempo, que descanso também faz parte do treino e que pequenos ajustes fazem diferença enorme na prevenção de lesões. Respeitar o ritmo do seu corpo hoje é justamente o que vai determinar o quão longe você consegue ir amanhã. Você está preparando o seu corpo para a corrida de amanhã — ou apenas correndo hoje?  Dr. Daniel DRG: Médico do esporte e Ortopedista O Dr. Daniel DRG, médico do esporte e ortopedista, reforça a importância de incluir exercícios de resistência na rotina de todos, especialmente para aqueles que buscam manter uma boa saúde musculoesquelética. “Quero conscientizar nossa comunidade e atletas, a valorizar e cuidar da plena mobilidade do seu corpo, fortalecer conhecimentos e informações sobre a saúde musculoesquelética de tornozelos, joelhos, quadris, ombros, mãos, braços e coluna.” Se você está em São José dos Campos e busca um profissional qualificado para cuidar da sua saúde, agende uma consulta com o Dr. Daniel DRG. Ele é referência em ortopedia e medicina do esporte, oferecendo uma abordagem personalizada e baseada em evidências científicas para cada paciente. Lembre-se: a prática regular de exercícios físicos, aliada a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, é fundamental para a prevenção de doenças e para uma vida longa e ativa. Então, não perca tempo, comece hoje mesmo e colha os benefícios de uma vida mais forte e saudável! Entre em contato: Telefone: (12) 3308-5450 WhatsApp: (12) 99657-0026 🎥 Quer entender melhor? Assista ao vídeo completo abaixo:
6 de maio de 2026
Sentir dor na parte da frente do joelho é uma queixa comum, mas nem sempre a causa é óbvia. Muitas pessoas associam esse desconforto a lesões ligamentares ou desgaste generalizado da articulação, porém existe uma condição bastante frequente e, muitas vezes, subdiagnosticada: a condropatia patelar, também conhecida como condromalácia. Neste artigo, você vai entender o que realmente está por trás dessa dor, quais são os principais fatores de risco e quando é o momento certo de procurar avaliação especializada. O que é condropatia patelar? A condropatia patelar é uma alteração na cartilagem da patela, o osso localizado na frente do joelho. Essa cartilagem tem a função de permitir que o movimento ocorra de forma suave, sem atrito. Quando há desgaste, amolecimento ou irregularidade nessa estrutura, o movimento passa a gerar dor, desconforto e, em alguns casos, limitação funcional. Ao contrário do que muitos pensam, essa condição não está restrita a idosos ou pessoas sedentárias. Ela pode afetar diferentes perfis, inclusive jovens ativos. Por que essa dor aparece? A dor anterior no joelho associada à condropatia patelar costuma surgir de forma progressiva. Em alguns casos, começa como um incômodo leve ao subir escadas ou agachar, e pode evoluir para dor mais constante. Os principais fatores envolvidos incluem: Microtraumas de repetição são uma das causas mais comuns. Atividades que exigem impacto frequente ou movimentos repetitivos do joelho aumentam o estresse sobre a cartilagem. A artrite também pode contribuir para o desgaste da articulação, principalmente em pacientes mais velhos. Outro fator importante é o desalinhamento do aparelho extensor do joelho. Quando a patela não desliza corretamente sobre o fêmur, ocorre um aumento de atrito, favorecendo a degeneração da cartilagem. A obesidade exerce um papel significativo. O excesso de peso aumenta a carga sobre o joelho, intensificando o desgaste articular ao longo do tempo. Mais recentemente, observa-se também a influência do padrão de deposição de gordura nas coxas. Esse acúmulo pode aumentar a pressão na região, alterando a mecânica do joelho e favorecendo o desenvolvimento da condropatia patelar. Quem tem mais risco de desenvolver? Na prática clínica, existem dois principais grupos de pacientes em que a condropatia patelar é mais frequente. O primeiro grupo inclui adolescentes e adultos jovens, principalmente mulheres que praticam esportes de alto impacto. Modalidades como vôlei, basquete, ballet e dança exigem movimentos repetitivos e carga elevada sobre o joelho, o que aumenta o risco de microtraumas. Nesse perfil, fatores biomecânicos e hormonais também podem influenciar, contribuindo para maior prevalência no sexo feminino. O segundo grupo envolve pacientes a partir dos 40 ou 50 anos. Nesse caso, a condição está mais associada ao processo natural de degeneração da articulação. Diferente do grupo mais jovem, aqui não há predominância clara entre homens e mulheres. O desgaste ocorre de forma mais equilibrada entre os sexos. Quais são os principais sintomas? O sintoma mais característico é a dor na parte da frente do joelho, especialmente em situações como: Subir e descer escadas Agachar ou levantar Ficar muito tempo sentado com o joelho dobrado Praticar atividades físicas Alguns pacientes também relatam sensação de crepitação, como um “areia” dentro do joelho, além de desconforto ao retomar o movimento após períodos de repouso. É importante destacar que nem toda dor anterior no joelho é condropatia, mas esse diagnóstico deve sempre ser considerado. O diagnóstico é simples? O diagnóstico começa com uma boa avaliação clínica. A análise do histórico do paciente, associada ao exame físico, já traz indícios importantes. Exames de imagem, como ressonância magnética, podem ser solicitados para confirmar o grau de comprometimento da cartilagem e orientar o tratamento. Quanto mais precoce for a identificação, maiores são as oportunidades de controle da progressão. Condropatia patelar tem tratamento? Sim, e na maioria dos casos não envolve cirurgia. O tratamento é baseado em estratégias que visam reduzir a sobrecarga na articulação, aliviar a dor e melhorar o alinhamento do joelho. A reabilitação com fisioterapia é fundamental. O fortalecimento muscular, especialmente do quadríceps e da musculatura do quadril, ajuda a estabilizar a patela e melhorar a biomecânica do movimento. A adequação das atividades físicas também faz parte do processo. Em alguns casos, é necessário reduzir temporariamente exercícios de alto impacto. O controle do peso corporal é outro ponto essencial. Manter um peso adequado reduz significativamente a pressão sobre o joelho. Em situações específicas, podem ser indicados recursos complementares, como medicações, infiltrações ou terapias regenerativas, sempre com avaliação individualizada. Quando se preocupar com a dor no joelho? Nem toda dor exige intervenção imediata, mas alguns sinais indicam a necessidade de avaliação com um especialista: Dor persistente por mais de algumas semanas Piora progressiva dos sintomas Limitação para atividades do dia a dia Sensação de instabilidade ou travamento Ignorar esses sinais pode levar à progressão do quadro e maior comprometimento da articulação. Dá para prevenir? Sim, e esse é um dos pontos mais importantes. A prevenção envolve cuidados simples, mas consistentes. Manter o fortalecimento muscular, evitar sobrecarga excessiva, corrigir padrões de movimento e controlar o peso corporal são estratégias fundamentais. Além disso, observar o próprio corpo faz diferença. Dor não deve ser ignorada ou tratada como algo “normal”, principalmente quando se torna frequente. Conclusão A dor na frente do joelho pode ter diferentes causas, e a condropatia patelar é uma das mais comuns. Entender os fatores de risco e reconhecer os sinais precocemente permite um manejo mais eficaz e menos invasivo. O acompanhamento com um especialista em ortopedia e medicina do esporte é essencial para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Está com dor no joelho ou já recebeu alguma indicação de tratamento? Agende uma avaliação e entenda qual é a melhor abordagem para o seu caso. Dr. Daniel DRG: Médico do esporte e Ortopedista O Dr. Daniel DRG, médico do esporte e ortopedista, reforça a importância de incluir exercícios de resistência na rotina de todos, especialmente para aqueles que buscam manter uma boa saúde musculoesquelética. “Quero conscientizar nossa comunidade e atletas, a valorizar e cuidar da plena mobilidade do seu corpo, fortalecer conhecimentos e informações sobre a saúde musculoesquelética de tornozelos, joelhos, quadris, ombros, mãos, braços e coluna.” Se você está em São José dos Campos e busca um profissional qualificado para cuidar da sua saúde, agende uma consulta com o Dr. Daniel DRG. Ele é referência em ortopedia e medicina do esporte, oferecendo uma abordagem personalizada e baseada em evidências científicas para cada paciente. Lembre-se: a prática regular de exercícios físicos, aliada a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, é fundamental para a prevenção de doenças e para uma vida longa e ativa. Então, não perca tempo, comece hoje mesmo e colha os benefícios de uma vida mais forte e saudável! Entre em contato: Telefone: (12) 3308-5450 WhatsApp: (12) 99657-0026 🎥 Quer entender melhor? Assista ao vídeo completo abaixo:
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